O Académico de Viseu defronta o Sporting CP no domingo (25 de outubro), no Estádio José Alvalade, em jogo referente à 9.ª jornada da Liga Portugal Betclic 2026/27.
Na antevisão ao encontro, o treinador academista, Bruno Pinheiro, assumiu, aos jornalistas, as dificuldades esperadas frente aos “leões”, no entanto garantiu que a vitória e consequente conquista dos três pontos é o objetivo.
O jogo entre o Sporting e o Académico, no domingo, acontece às 20h30.
O Sporting ocupa o 3º lugar da tabela classificativa, com 18 pontos, enquanto o Académico de Viseu está na 5ª posição, com 14 pontos.
O Trilho, o projeto, promovido pelo Município de Tondela, que desafia os jovens do concelho a desenvolverem competências criativas e tecnológicas através de experiências nas áreas do cinema, programação e desenvolvimento de videojogos, está de volta para a segunda edição. O projeto está aberto a alunos do 7.º ao 12.º anos de escolaridade.
O Trilho propõe aos participantes dois caminhos distintos, um dedicado ao Cinema e Design de Som, cujas atividades e ações formativas decorrem a partir de quarta-feira (28 de outubro), sempre às quartas-feiras. O outro trilho, destinado ao Desenvolvimento de Videojogos e Modelação 3D, tem início no dia 30 de outubro, funcionando sempre às sextas-feiras.
Segundo a autarquia de Tondela, as atividades são presenciais e gratuitas.
A Diocese de Viseu promove, entre esta segunda e quinta-feira (de 26 a 29 de outubro), o retiro anual destinado a todo o clero diocesano. O encontro terá lugar no Seminário de Viseu e será orientado pelo Padre Francisco Cortês Ferreira.
O retiro tem início esta segunda-feira, às 10h00, e termina na quinta-feira, após o almoço.
O Bispo de Viseu, D. António Luciano, que estará presente, convida todos os sacerdotes e diáconos a participar neste retiro, como um tempo privilegiado de oração, meditação, silêncio e reflexão. O Prelado convida também todo o povo de Deus à oração pela santificação dos sacerdotes em retiro.
De acordo com a Diocese, estes dias representam “uma oportunidade de renovação espiritual e de aprofundamento da comunhão entre o clero, essencial para fortalecer a espiritualidade do presbitério e renovar a missão da Igreja”.
A realização de uma queima, na aldeia de Fundões, no concelho de Mangualde, provocou um incêndio em terreno agrícola na tarde desta sexta-feira (23 de outubro). O alerta foi dado pelas 15h06, sendo que cerca de meia hora depois, a ocorrência foi dada como controlada, apesar da dificuldade de acesso ao local, como referiu, à Dão Digital, fonte dos Bombeiros Voluntários de Mangualde.
Para o local foram mobilizados seis operacionais e duas viaturas.
Viseu acolhe, este sábado (24 de outubro), o 1.º Congresso Mondego, uma iniciativa dedicada à reflexão sobre o futuro da bacia hidrográfica do Mondego e aos desafios físicos, ambientais e de governação. A iniciativa conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República.
O evento vai decorrer no Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em Viseu, e contará com a participação de representantes institucionais, especialistas e outros intervenientes ligados à gestão e valorização do território.
Subordinado à questão “Que futuro para esta bacia hidrográfica?”, o congresso pretende promover o debate em torno dos problemas que afetam a bacia do Mondego, bem como das soluções necessárias para assegurar uma gestão sustentável e uma boa governação dos recursos hídricos.
O programa tem início às 09h30, com a receção dos participantes, seguindo-se a sessão de abertura, com intervenções de João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu, Ana Abrunhosa, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Sérgio Costa, presidente da Câmara Municipal da Guarda, e António Minhoto, dirigente do MUNDA (Movimento para a Defesa do Rio Mondego).
Às 10h30, os trabalhos prosseguem com o tema “Problemas físicos e ambientais da bacia hidrográfica do Mondego”, com intervenções de Fernando Seabra Santos, Pedro Bingre do Amaral, Sílvia Martins e Pedro Raposo. A sessão será seguida de um debate.
Durante a tarde, a partir das 14h30, estará em discussão o tema “Modelo a implementar para uma boa governação da bacia hidrográfica do Mondego”, com intervenções de Helena Freitas, Pedro Baila Antunes, Rui Cortes, José Antunes do Carmo e Tiago Pais.
O congresso termina com a sessão de encerramento, às 17h00, a cargo de Jorge Gouveia Monteiro, dirigente do MUNDA.
O Serviço Diocesano de Acólitos de Viseu (SDAV) promove, este sábado (24 de outubro), o segundo Encontro de Formação de Acólitos, uma iniciativa dedicada à formação e ao aprofundamento da missão do acolitado, num ambiente de convívio entre os participantes das diferentes comunidades.
Com o lema ‘Vem e Vê: juntos preparamos a vinda do Menino’, o encontro pretende proporcionar aos participantes um momento de formação, convívio e reflexão, tendo como horizonte a preparação para o Advento e o Natal. A iniciativa procura, assim, reforçar o papel dos acólitos no serviço litúrgico e na vivência da fé. “Durante o dia procuraremos abordar temas comuns a todos nós, assim como dispor de um conjunto de atividades que nos permitirão viver e crescer enquanto grupo diocesano mantendo como elemento central o tempo do Advento que se aproxima”, informa o Serviço Diocesano.
O encontro terá início pelas 9h30, na Igreja de Coração de Jesus (Igreja Nova de Viseu) e os participantes deverão levar alva, almoço e lanche que serão partilhados.
Com esta segunda edição, o SDAV pretende continuar a apostar na formação dos acólitos da Diocese, proporcionando-lhes ferramentas para o exercício do seu serviço e, simultaneamente, momentos de encontro e comunhão entre os jovens e as comunidades que integram.
E se o som da paisagem pudesse materializar-se numa imagem? Este foi o ponto de partida de “Nave Escutatória. Ficção”, uma residência artística produzida pela Binaural Nodar, que acolheu o artista visual Luciano Piccilli (Argentina), em Vouzela, entre os dias 21 setembro a 15 de outubro.
Durante esse período, Luciano Piccilli desafiou jovens estudantes da Escola Profissional de Vouzela a participarem nas várias etapas do projeto comunitário, que, de forma simbólica, teve a base no viveiro municipal.
Numa primeira fase, foi feita a captura sonoplástica do rio Zela e da paisagem envolvente, bem como a recolha de materiais naturais, desde folhas, areia, pedras e bolotas, entre outros. Posteriormente, foi construído o dispositivo que transforma o som, através das vibrações, em imagens, criando uma partitura visual do território. Os fotogramas ganharam forma com recurso a processos químicos e analógicos tradicionais, que os alunos puderam também experienciar.
O resultado final foi apresentado com a exposição das várias imagens criadas pelos estudantes.
O coordenador da Binaural Nodar, Luís Costa, fez um balanço da residência artística realçando o facto de aproximar “dois universos aparentemente distintos, a fotografia e o som, a partir de uma abordagem física e analógica, ou seja, não digital”. “É uma proposta que ganha particular sentido junto de uma geração que cresceu rodeada de ecrãs, e que lhe oferece outra forma de olhar e de escutar”, notou.
Deixando uma palavra aos parceiros – Escola Profissional e Município de Vouzela –, o responsável enquadrou o projeto no percurso de duas décadas de atividade da Binaural Nodar na região e na preocupação em desenvolver iniciativas dirigidas à infância e à juventude.
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