IPV acolhe, no sábado, a Conferência BEIRA com Josep Borrell e outros convidados

A Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu (IPV)) vai acolher a Conferência BEIRA, que reúne em Viseu Josep Borrell e especialistas para debater as crises da União Europeia.
A iniciativa, promovida pelo Observatório BEIRA, de participação gratuita, acontece este sábado, dia 31 de maio. 
Josep Borrell, reconhecido internacionalmente, foi ministro nos governos de Felipe González (1991-1996) e de Pedro Sánchez (2018-2019), além de ter exercido funções como deputado europeu e presidente do Parlamento Europeu entre 2004 e 2007. De 2019 a 2024, foi vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, sendo-lhe atribuída a elaboração da “Bússola Estratégica Europeia”. É membro do Partido dos Socialistas da Catalunha (PSC), federado com o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).
O painel de oradores integra ainda nomes como a jornalista Helena Garrido, especializada em economia e finanças, o diplomata Francisco Seixas da Costa e o professor e comentador José Pedro Teixeira Fernandes. Os temas em debate incluem “Uma União construída com crises. Será desta vez diferente?”, “Europa: como gerir a diversidade?” e “As Múltiplas Crises da União Europeia e o Papel Europeu no Mundo”.

Publicado por: Irene Ferreira
2025-05-28 16:30:54

 

 


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Mangualde: já é conhecida a programação da edição deste ano da Feira dos Santos

O Município de Mangualde deu a conhecer, esta quinta-feira (15 de outubro), a programação da edição este ano da Feira dos Santos, agendada para os dias 7 e 8 de novembro, mas a abertura oficial acontece no dia 6, ao final da tarde, no Mercado Municipal.
O programa promete destacar os produtos locais, a gastronomia, o artesanato, a atividade agrícola e a animação de rua. Uma vez mais, a feira vai estender-se por vários espaços da cidade, com iniciativas dirigidas a diferentes públicos e setores de atividade.
No Largo Dr. Couto, a Mangualde Regional dará destaque à exposição e venda de artesanato e produtos, enquanto a Mostra das Freguesias irá promover os produtos locais, a degustação e a animação. A vertente agrícola estará também em evidência com a Agromangualde, na Avenida Nossa Senhora do Castelo, onde estarão presentes máquinas, alfaias e produtos agrícolas, viveiros e animais.
O programa inclui ainda o IV Concurso Concelhio de Ovinos da Serra da Estrela de Mangualde e a Exposição Canina do Cão da Serra da Estrela, no Mercado Municipal.
A componente empresarial estará representada pela Mangualde Industrial, com uma mostra do tecido empresarial, na Avenida Nossa Senhora do Castelo. No mesmo eixo, a Mangualde Motor reunirá concessionários de automóveis, motociclos e quadriciclos, incluindo carros de competição.
A Feira das Febras, no Largo das Escolas e junto ao Mercado Municipal, completará a oferta com restauração típica, reforçando a ligação do evento à gastronomia e aos sabores tradicionais.

Local/Regional

Câmara de Viseu pretende investir 11 milhões de euros na Área Empresarial de Lordosa (c/áudio)

A 2.ª fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa, no concelho de Viseu, vai avançar, depois de o executivo da da Câmara Municipal ter aprovado a aquisição de novas parcelas na zona industrial. A autarquia pretende agora apresentar uma candidatura a fundos comunitários.
Trata-se de um investimento de 11 milhões de euros para criar 26 lotes em 36 hectares, como deu conta João Azevedo, o presidente do município viseense.
Os 26 novos lotes juntar-se-ão aos 14 que foram já disponibilizados e vendidos em hasta pública numa primeira fase.

Segundo a autarquia, o investimento de 11 milhões nesta 2ª fase prevê a aquisição de parcelas, bem como a construção de infraestruturas e a consequente criação das condições essenciais à boa instalação e funcionamento das futuras empresas, nomeadamente a rede viária, as infraestruturas elétricas, hidráulicas, de gás e telecomunicações e a arquitetura paisagística.
"Para além de aumentar a oferta de espaços qualificados para a instalação de empresas, este investimento pretende impulsionar a criação de emprego, gerar novas oportunidades profissionais e dinamizar a economia local e regional", refere.

(Áudio cedido por António Arede)

Local/Regional

Mangualde: fábrica têxtil VG Faster despediu 34 trabalhadores (c/ áudio)

Trinta e quatro pessoas foram alvo de despedimento coletivo na fábrica têxtil VG Faster, em Mangualde. O último dia de trabalho é 18 de novembro deste ano.
A unidade fabril, composta por 94 funcionários, e que pertence ao Grupo Valérius, abriu portas há quatro anos nas instalações da antiga Fábrica de Camisas Sagres, mas entretanto, em abril deste ano, mudou de instalações, para próximo do nó da A25.
A perda de clientes é a justificação da empresa para o despedimento coletivo, como contou à Dão Digital, Isabel Tavares, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Têxtil, Vestuário, Calçado e Curtumes dos Distritos de Aveiro, Viseu e Guarda.

A par do despedimento coletivo, a unidade fabril tem mostrado dificuldade em pagar os salários nos prazos estipulados pela lei. É o que está a acontecer com o salário de setembro, como dá conta a sindicalista. Caso o mês de outubro não seja pago até ao último dia do mês, a greve é o próximo passo.
Os colaboradores também se queixam da falta de condições do espaço onde a fábrica VG Faster está a laborar desde abril deste ano. Trata-se de um pavilhão sem janelas e com ventilação escassa, como refere Isabel Tavares.
Esta quinta-feira (15 de outubro), os trabalhadores reuniram-se com o sindicato, tendo sido criada uma comissão sindical com o objetivo de r
epresentar os trabalhadores perante a administração da empresa e trabalhar em parceria com a estrutura sindical.
A Dão Digital tentou o contacto com o Grupo Valérius, mas sem sucesso.

Local/Regional

Construções de Pedra Seca na Serra do Caramulo está no Inventário Nacional do Património Imaterial

A “Arte de Construções de Pedra Seca na Serra do Caramulo” foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI), em regime de salvaguarda urgente. A classificação foi publicada, esta semana, em Diário da República por proposta do Departamento de Bens Culturais do Património Cultural.
A inscrição resulta de um trabalho liderado pelo Município de Tondela a que se juntaram também os concelhos vizinhos de Vouzela, Oliveira de Frades, Mortágua e Águeda, cuja área territorial é também abrangida pela Serra do Caramulo.
O anúncio publicado em Diário da República salienta que a inscrição destaca “a importância da Arte de Construções de Pedra Seca enquanto reflexo da identidade das comunidades da Serra do Caramulo, grupos e indivíduos que a praticam; a relevância da sua dimensão histórica, social e cultural na área territorial em que se insere; e a necessidade de proteção e promoção dos contextos de transmissão de saberes e conhecimentos implicados, que apresentam, atualmente, elevados riscos e ameaças à sua continuidade”.
O mesmo documento realça ainda “a urgência no desenvolvimento de medidas de salvaguarda que garantam a viabilidade futura da arte em apreço, assim como a capacitação e valorização das comunidades, grupos e indivíduos associados; e a articulação desta prática com as exigências de desenvolvimento sustentável no território e respeito pelos direitos, liberdades e garantias de todos os envolvidos”.
A presidente da Câmara de Tondela, Carla Antunes Borges, não esconde o contentamento com esta nova inscrição no INPCI, que vem ajudar a promover e a salvaguardar um elemento ainda muito presente na paisagem serrana e de todo o concelho.
Segundo a autarquia de Tondela, o próximo passo é avançar com a inclusão das Construções de Pedra Seca do Caramulo na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, que foi classificada em 2018 e que na altura juntou Chipre, Croácia, Eslovênia, Espanha, França, Grécia, Itália e Suíça.
A ideia passa por requerer junto destes oito países, a inclusão das construções de pedra seca do Caramulo no consórcio europeu. 

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15 de outubro de 2017 ainda permanece na memória...

Passam esta quinta-feira nove anos sobre uma das maiores tragédias dos incêndios florestais em Portugal. Os fogos de 15 e 16 de outubro de 2017 provocaram cerca de 50 mortos, dezenas de feridos, centenas de habitações destruídas, assim como empresas e outros estragos em dezenas de concelhos da região Centro.
A 15 de outubro de 2017, centenas de incêndios deflagraram em várias zonas de Portugal, num dia que ficou marcado pela violência das chamas e pela dificuldade em controlar a propagação das mesmas. Na região Centro, os distritos de Coimbra, Viseu, Leiria e Castelo Branco foram os mais afetados. Entre os concelhos mais fustigados estiveram  Mangualde, Nelas, Vouzela, Santa Comba Dão, Tondela, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Penacova, entre outros.
A dimensão da catástrofe foi agravada pelas condições meteorológicas extremas, com temperaturas elevadas, baixa humidade e ventos fortes. Segundo o relatório da Comissão Técnica Independente, os incêndios de outubro atingiram mais de 220 mil hectares de território na região Centro, incluindo extensas áreas florestais.
Nesta quinta-feira, nove anos depois, as vítimas voltam a ser recordadas.

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CIM Viseu Dão Lafões promoveu projetos da região em Bruxelas e reforçou contactos com instituições

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões participou na Semana Europeia das Regiões e Cidades, que decorreu de 12 a 14 de outubro, em Bruxelas, com autarcas da região. A participação teve como principal destaque a apresentação do LIFE Landscape Fire, uma iniciativa de prevenção de incêndios rurais que esteve entre os nove finalistas dos prémios europeus LIFE Awards 2025.
Organizada pela Comissão Europeia e pelo Comité Europeu das Regiões, a Semana Europeia das Regiões e Cidades é o principal evento europeu dedicado à política regional e urbana, reunindo representantes de instituições europeias, autoridades locais e regionais, empresas e organizações da sociedade civil.
O LIFE Landscape Fire contou com um espaço de divulgação próprio no SQUARE Brussels Meeting Centre, onde foram apresentados os principais resultados e as metodologias desenvolvidas no âmbito do projeto. Liderado pela CIM Viseu Dão Lafões, o projeto promoveu soluções sustentáveis de prevenção de incêndios rurais, recorrendo a práticas como o fogo controlado, o pastoreio extensivo e o controlo de espécies invasoras. Recorde-se que, entre cerca de 150 projetos europeus concluídos em 2024, foi um dos nove finalistas dos LIFE Awards 2025 e o único com coordenação portuguesa a chegar à final.
A CIM aproveitou também a presença no evento para dar a conhecer outros projetos desenvolvidos na região, partilhar experiências com representantes de outros territórios e identificar oportunidades de cooperação europeia.
Entre os momentos mais importantes da agenda destacaram-se uma reunião na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia (REPER) e uma visita institucional ao stand da CIM. A comitiva participou também em sessões de debate sobre o futuro da política de coesão europeia e o papel das regiões no desenvolvimento da União Europeia.
No último dia da missão, a comitiva visitou o Parlamento Europeu e a galeria do Hemiciclo.

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