Esta sexta-feira, dia 4 de julho, o Município de Viseu, em parceria com o Exército Português, promove a conferência estratégica “Viseu DefenseTech 2025 - Defesa, Indústria e Território”, com o objetivo de posicionar o concelho como pólo emergente da indústria de defesa, com enfoque nas tecnologias “dual use” tanto a nível nacional como internacional.
De acordo com a autarquia viseense, a iniciativa pretende promover as vantagens competitivas locais, o papel do município como motor de desenvolvimento, e as capacidades empresariais da região com potencial de integração na cadeia de valor da Indústria de Defesa Nacional e Internacional. “A conferência será ainda um passo importante na constituição de um Grupo de Trabalho de Desenvolvimento da Indústria de Defesa em Viseu”, refere.
“Viseu quer ser parte ativa na Estratégia Nacional de Defesa. Acreditamos que temos os recursos, a vontade política e a capacidade técnica para acolher e potenciar o desenvolvimento de uma nova geração de indústria, capaz de gerar valor, conhecimento e soberania. Este evento é o primeiro passo”, destaca o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas.
Dos temas que integram os diversos painéis constam “As oportunidades no setor da Defesa”, “O mercado da Defesa”, “As indústrias e o seu potencial”, “Instalar indústria de Defesa – vantagens e desafios”, “A consultoria nacional e internacional”.
“Nós temos objetivos a cumprir, temos compromissos a respeitar e a modernização não resulta da geração interna de conhecimento, resulta sim de uma inovação, uma inovação que é cada vez mais feita com quem existe nestas regiões, nomeadamente em Viseu”, refere o Tenente-General Paulo Maia Pereira, Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército.
A “Viseu DefenseTech 2025 - Defesa, Indústria e Território” é direcionada para empresas e investidores do setor da defesa e tecnologias associadas; PME industriais com potencial de integração na cadeia de valor da defesa; Forças Armadas, Indústria de Defesa Nacional (idD Portugal Defence), NATO, UE; autarcas e decisores políticos regionais e nacionais; associações empresariais, clusters e consultores especializados; e demais público interessado.