Esta terça-feira (26 de agosto) é assinalado o Dia Mundial do Cão. Uma data que a GNR destaca com o papel, que considera essencial, desempenhado pelos cães da componente cinotécnica, “que diariamente contribuem para a segurança e bem-estar de todos os portugueses”.
Não só neste dia, mas em todos os outros, os binómios cinotécnicos da GNR constituem equipas especializadas que utilizam cães devidamente treinados para diversas funções. Os animais acompanhados pelos militares fazem patrulhamento especializado, segurança de instalações sensíveis, ordem pública, seguimento e captura de foragidos, intervenção tática em situações especiais, deteção de droga, armas, papel-moeda, tabaco, explosivos e venenos, deteção de cadáveres e vestígios biológicos e busca e socorro a pessoas desaparecidas em meio rural ou em escombros.
Os cães da GNR são selecionados com base em critérios rigorosos que garantem a aptidão para as missões a que se destinam. Entre as raças mais comuns encontram-se o Pastor Belga Malinois, o Pastor Alemão, o Pastor Holandês e o Labrador Retriever, bem como outras como o Epagneul Breton, o Braco Alemão e o Cocker Spaniel.
De acordo com a GNR, após a seleção, os cães frequentam um programa de formação intensivo que contempla não só o desenvolvimento de competências técnicas e físicas, mas também o fortalecimento da relação com o tratador. “Esta ligação, assente na confiança, respeito e dedicação mútua, é fundamental para o sucesso das missões desenvolvidas pela componente cinotécnica”, explica a força policial.
Neste Dia Mundial do Cão, a GNR presta homenagem aos “militares de quatro patas”, agradecendo-lhes a lealdade, a dedicação e a amizade que os tornam parceiros insubstituíveis na proteção e segurança de todos.