Já foi publicada em Diário da República, a primeira parte da intervenção no património da Sé de Viseu, como retábulos, painéis de azulejo e esculturas, num investimento que ronda os 700 mil euros. Aliás, esta é a terceira vez que vai ser lançado o concurso, uma vez que os dois apresentados este ano ficaram sem resultados.
Uma situação que levou a entidade Património Cultural, IP a dividir o projeto, apoiado pelo PRR, em dois lotes, num total superior a 1 milhão e 200 mil euros, como dá conta Fátima Eusébio, a coordenadora do Departamento de Bens Culturais da Diocese de Viseu.
Fátima Eusébio espera que desta vez surjam interessados em ficar com a obra, até porque a conclusão da mesma tem como prazo o mês de junho do próximo ano, caso contrário as verbas do PRR ficam sem efeito.
A restauração integra um plano de requalificação que a Sé de Viseu tem vindo a receber, nos últimos anos. Em causa, desta vez, está o restauro de bens degradados como retábulos, painéis de azulejo, esculturas e os bancos dos claustros.
A coordenadora do Departamento de Bens Culturais considera as obras fundamentais para que a Sé de Viseu possa continuar aberta ao público, com a qualidade que merece.
Foto: Dão Digital