A fábrica de metanol renovável a ser construída em Mangualde, por parte da empresa Capwatt, com sede na Maia, já não vai ser concretizada no âmbito da agenda mobilizadora H2Driven, por causa da perda de 43,3 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Ainda assim, e segundo o jornal ECO, a empresa da família de Belmiro de Azevedo mantém a construção da unidade em Mangualde, mas fora do âmbito do PRR, "porque os prazos não eram consentâneos com os limites temporais do Plano de Recuperação e Resiliência", apurou o ECO.
De acordo com a Capwatt, a central prevista em Mangualde irá produzir 50k ton/ano de metanol renovável para ser utilizado como combustível naval.
Com base nas verbas do PRR, a empresa optou por uma unidade mais pequena na Carregueira. “A unidade de metanol renovável prevista no âmbito do H2Driven foi ajustada em termos de localização e dimensão de forma a responder aos timings aplicáveis ao projeto”, disse ao ECO fonte oficial da Capwatt, sem adiantar mais informações sobre estes ajustamentos.
A Capwatt existe há 10 anos e, atualmente, está presente em Portugal, Espanha, México e Itália.
Foto: Capwatt