Esta sexta-feira (27 de fevereiro), o Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, transforma-se num laboratório vivo, para dar a conhecer os vários projetos de monitorização de riscos de degradação do património e acessibilidade, em desenvolvimento a partir das coleções.
Às 14h30 tem início a apresentação do projeto RISKMAP - AI-Based Tool for Buildings Degradation Risk Mapping, subordinada ao tema “Património, Risco e Inovação Digital - Conhecer para valorizar e conservar”. O projeto tem coordenação científica no Departamento de Engenharia Civil do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) e é desenvolvido em consórcio com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e a Universidade de Aveiro.
A sessão de abertura contará com intervenções de Esmeralda Paupério (diretora de Espaços da Museus e Monumentos de Portugal), Odete Paiva (diretora do Museu Nacional Grão Vasco) e José Santos Costa (presidente do IPV).
Ao longo da tarde serão apresentados diferentes contributos técnico-científicos associados à monitorização, caracterização e gestão do risco no património edificado. Destaca-se a apresentação do projeto por Ricardo Almeida, investigador responsável do projeto, seguindo-se as comunicações de David Pereira, dedicada ao desenvolvimento de gémeos digitais aplicados à monitorização dos valores do ambiente interior e de Ricardo Sousa, sobre acessibilidade multissensorial e impressão 3D no património.
O programa inclui ainda uma mesa-redonda moderada por Romeu Vicente, com a participação de Esmeralda Paupério (Museus e Monumentos de Portugal), Maria Fernandes (Património Cultural) e Raimundo Mendes da Silva (Universidade de Coimbra), promovendo o debate entre academia, instituições públicas e especialistas do setor.
A iniciativa encerra com uma visita guiada ao Museu Nacional Grão Vasco, da qual faz parte a inauguração da exposição “Mitos e Representações”.
Foto: Dão Digital