A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões celebra, esta quinta-feira (12 de março), os 19 anos de atividade em prol da coesão social e territorial e do desenvolvimento integrado da região.
Criada com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os 14 municípios que integram o território, a CIM Viseu Dão Lafões tem vindo a afirmar-se como uma plataforma de articulação estratégica e de governança multinível, concretizando vários projetos estruturantes em áreas fundamentais para a qualidade de vida das populações e para a competitividade da região.
Ao longo destes 19 anos, a CIM tem promovido iniciativas e investimentos em áreas como a educação e a cultura, a mobilidade e os transportes, o turismo e a atratividade do território, a sustentabilidade ambiental, a proteção civil e a valorização da floresta.
O presidente da CIM Viseu Dão Lafões, João Azevedo, destaca que a história da instituição está ligada de forma marcante à grande capacidade de cooperação entre os municípios. “Estes 19 anos representam um percurso de trabalho conjunto, de visão estratégica e de compromisso com o território que a Comunidade Intermunicipal sempre soube coordenar. Esta entidade tem sido um instrumento fundamental para unir a região, potenciar sinergias entre os municípios e concretizar projetos que, isoladamente, dificilmente teriam a mesma dimensão e impacto”, refere.
“Nos próximos anos queremos trabalhar ainda mais e melhor, sempre norteados pelo objetivo final de melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem e trabalham em Viseu Dão Lafões e de tornar este território cada vez mais coeso, competitivo e atrativo. Queremos, cada vez mais, que esta região seja uma Região, como muitas vezes dizemos, 'Onde Apetece Estar' a trabalhar, a viver, a estudar, a visitar e a investir”, sublinha o presidente.
Para Nuno Martinho, secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, o percurso realizado demonstra a importância do trabalho em rede. “A CIM tem sido um verdadeiro motor de cooperação territorial. Durante estes 19 anos, conseguimos desenvolver projetos estruturantes que reforçam a coesão regional, melhoram os serviços prestados às populações e aumentam a capacidade de afirmação do território. Este trabalho é feito em estreita articulação com os municípios, as instituições e os agentes locais, sempre com o objetivo de construir uma região mais preparada para os desafios do futuro”, afirma.
O responsável destaca ainda que os próximos anos continuarão a ser marcados por investimentos estratégicos, nomeadamente no âmbito do Portugal 2030, com projetos orientados para a sustentabilidade ambiental, a proteção civil, a transição digital e a inteligência territorial, a mobilidade e a valorização do capital humano.