O Plano de Ação Integrado de Mangualde realizado nos últimos dois anos, no âmbito do projeto europeu “Residentes do Futuro”, incide em 30 ações prioritárias para que o concelho consiga fixar e atrair mais residentes. Os pontos previstos foram conseguidos através do contributo da comunidade e instituições locais que em grupo se debruçaram sobre as necessidades do território, entre elas a habitação, família e educação, mobilidade e sustentabilidade, economia e inovação, saúde, cultura e identidade. O grupo de trabalho foi constituído por 20 elementos.
Marco Almeida, presidente da autarquia de Mangualde, sublinha que diversas necessidades apontadas pelo plano já integram a estratégia do município.
Das 30 ações prioritárias, são realçados cinco, nomeadamente a necessidade de reabilitar 40 habitações, apoiar novas empresas, criar um polo digital de Ensino Superior, a ligação do concelho com mobilidade sustentável e o lançamento do programa Mangualde Multicultura. Medidas que, segundo o autarca, já estão pensadas.
O plano integrado aponta 2030 como meta para a concretização das ações consideradas prioritárias, mas Marco Almeida garante que até 2028, os projetos são concretizados.
O Plano de Ação Integrado, que foi apresentado publicamente no final da tarde desta quinta-feira (12 de março), resultou de um projeto europeu que durou dois anos e que envolve dez países. Mangualde é o único município português que integra o projeto, com um financiamento global de mais de 827 mil euros.
Além de Mangualde, integram também o projeto Alba Lulia (Roménia), Saldus, (Letónia), Plasencia (Espanha), Lisalmi (Finlândia), Saint-Quentin (França), Comune di Mantova (Itália) e Trebinje (Bósnia e Herzegovina) e Šibenik (Croácia)
Foto: Dão Digital